O conceito de tecnologia tem evoluído no decorrer dos anos. Não na sua etimologia, mas na sua compreensão. Etimologicamente, deriva da soma das palavras gregas techne: arte ou técnica e logos: conhecimento. Em uma leitura singular, poderia ser o “conhecimento da arte” ou “conhecimento da técnica”.
O desafio à Schuster consiste em incorporar novas tecnologias – aí compreendido o uso de máquinas –, ao conhecimento da arte ou da técnica milenar de encaixes e de marcenaria tradicional, unindo técnicas distintas a produtos originais. A empresa detém a tecnologia do trabalho com colagem de materiais curvos, com resultados singulares comprovados. A marchetaria, presente em muitas de suas coleções revela a atenção individual a cada peça. Isto seria tecnologia no conceito moderno de máquinas ou conhecimento da arte ou conhecimento da técnica?
A experiência de alguns profissionais que atuam na empresa há quase 40 anos revela-se também não só em conhecimento, mas em domínio da arte e da técnica.
Os trabalhos em madeira maciça, com o cuidado não só no tocante à sustentabilidade, mas também ao correto a adequado uso: como observar os veios, as consistências, durabilidade, etc, refletem também a tecnologia da empresa.
O conhecimento da arte ou o conhecimento da técnica soma-se ao uso de modernas tecnologias do pensar e do produzir as peças. Com bem aparelhado departamento de engenharia e design de produto e, claro, com profissionais qualificados e com formação na área, expande-se até modernas máquinas de Controle Numérico Computadorizado.
Assim é a tecnologia da Schuster. Soma de modernidade com pensar o móvel e, fundamentalmente, o produzir individual, sem perder as características do conjunto.